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Relaciones comerciales entre Portugal y Marruecos Gonçalo Santos (Selectra Portugal)

Textos en español y en portugués

 

Lisboa/infomarruecos.ma/conacentomarroqui

Más de 1300 empresas portuguesas están exportando al mercado marroquí, que el año pasado registró un crecimiento económico de alrededor del 4%. Estos son algunos de los datos clave del marco económico y financiero de las relaciones bilaterales luso-marroquíes.

Marruecos es un mercado con “fuerte potencial de expansión” para los productos portugueses, especialmente debido a su proximidad geográfica, y ya es un socio comercial importante. Según el Instituto Nacional de Estadística, Marruecos es el décimo cliente de Portugal en 2016, en un mercado en el que participan más de 1300 empresas exportadoras nacionales.

“Entre enero y septiembre de 2017, las exportaciones a Marruecos aumentaron un 12,3% durante el mismo período de 2016, correspondiente a 559,5 millones de euros. La estructura de las exportaciones portuguesas a Marruecos, por grupos de productos principales, muestra un predominio de combustibles minerales (39.7% del total en 2016), metales básicos (19.1%) y maquinaria y equipo (9.5%) “, se refiere en los mismos datos a los que la agencia Lusa Tenía acceso.

En cuanto a las importaciones procedentes de Marruecos, en 2016 hubo una fuerte concentración en dos grupos de productos: maquinaria y equipo (34%) y productos agrícolas (24%).

Con respecto al plan económico y financiero, y desde la perspectiva del ejecutivo de Lisboa, también existe una tendencia hacia “el crecimiento de las pequeñas y medianas empresas (PYME) nacionales que operan en Marruecos, en detrimento de las grandes empresas”

“En términos de sector, la presencia nacional está cada vez más diversificada. Además del sector de la construcción (construcción, obras públicas y materiales de construcción), hay una creciente penetración de empresas en las áreas de consultoría e ingeniería, indumentaria, industria farmacéutica, energía, agroindustria y servicios, así como en el sector del automóvil “, señala el Gobierno portugués.

Los residentes portugueses en Marruecos, según datos proporcionados por una fuente diplomática, están registrados en la embajada portuguesa en Rabat 1163 ciudadanos, una comunidad mayoritariamente masculina (66%) que trabaja en empresas con capital nacional y se concentra principalmente Eje Casablanca / Rabat, Tánger y Marrakech.

“Las actividades económicas llevadas a cabo por los portugueses están en los sectores de la construcción (ingenieros, contratistas), comercio, industria, textiles, electrónica y servicios, y la emigración a este país se caracteriza por el personal técnico joven”, dijo. La misma fuente.

Recientemente ha sido objeto de debate sobre una conexión eléctrica entre los dos países. Sin embargo, esta hipótesis se está considerando actualmente, ya que probablemente tendrá que ser aprobada por la Comisión Europea o no. Cabe señalar que la energía proveniente de Marruecos es menor que la práctica, ahorrándola en la factura de electricidad portuguesa.

Relações comerciais entre Portugal e Marrocos

Mais de 1300 empresas portuguesas estão a exportar para o mercado marroquino, país que registou no ano passado um crescimento económico na ordem dos 4%. Estes são alguns dos principais dados do quadro económico-financeiro das relações bilaterais luso-marroquinas.

Marrocos é um mercado com “fortes potencialidades de expansão” para os produtos portugueses, sobretudo pela sua proximidade geográfica, e constitui já um importante parceiro comercial. De acordo com o Instituto Nacional de Estatistica, Marrocos é o décimo cliente de Portugal em 2016, num mercado no qual estão envolvidas mais de 1300 empresas exportadoras nacionais.

“Entre Janeiro e Setembro de 2017, as exportações para Marrocos registaram uma subida de 12,3% face ao período homólogo de 2016, correspondendo a 559,5 milhões de euros. A estrutura das exportações portuguesas para Marrocos, por grandes grupos de produtos, revela uma predominância dos combustíveis minerais (39,7% do total em 2016), dos metais comuns (19,1%) e das máquinas e aparelhos (9,5%)”, refere-se nos mesmos dados aos quais a agência Lusa teve acesso.

Relativamente às importações provenientes de Marrocos, registou-se em 2016 uma forte concentração em dois grupos de produtos: máquinas e aparelhos (34%) e produtos agrícolas (24%).

Ainda no que respeita ao plano económico-financeiro, e na perspectiva do executivo de Lisboa, assiste-se igualmente a uma tendência para o “incremento das pequenas e médias empresas (PME) nacionais a operar em Marrocos, em detrimento das grandes empresas”.

“Em termos sectoriais, a presença nacional é cada vez mais diversificada. Para além da fileira da construção (construção civil, obras públicas e materiais de construção), verifica-se uma crescente penetração de empresas nas áreas da consultoria e engenharia, confecção, indústria farmacêutica, energia, agro-indústria e serviços, assim como no sector automóvel”, salienta o Governo português.

Já sobre os portugueses residentes em Marrocos, de acordo com dados fornecidos por fonte diplomática, estão inscritos na Embaixada de Portugal em Rabat 1163 cidadãos – uma comunidade maioritariamente masculina (66%) que trabalha em empresas de capital nacional e que se concentra, sobretudo, no eixo Casablanca/Rabat, em Tânger e em Marraquexe.

“As actividades económicas desenvolvidas pelos portugueses inserem-se nos sectores da construção civil (engenheiros, empreiteiros), comércio, indústria, têxteis, electrónica e serviços, caracterizando-se a emigração para este país por ser constituída também por quadros técnicos jovens”, especificou a mesma fonte.

Recentemente tem sido tema de debate relativamente a uma ligação de energia elétrica entre os dois paises. No entanto, esta hipótese está a ser estudada, já que provávelmente terá de existir nesta questão uma aprovação, ou não, da comissão europeia. É de realçar que o a energia proviniente de marrocos é inferior ao praticado, fazendo com que o se poupe na fatura da eletricidade portuguesa.

 

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